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	<title>CompDicas &#187; Linux</title>
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	<description>Dicas para Windows, Linux, Office, Firefox e IE</description>
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		<title>Atalho de teclado para duplicar abas no Chrome e no Firefox</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 02:01:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma dica é sempre boa, quando ela é útil em dois navegadores, melhor ainda, não? Se você é como eu e gosta de duplicar abas, seja para iniciar uma variante na navegação, seja para comparações ou qualquer outro motivo, sabe que no navegador do Google, basta clicar com o botão direito sobre a aba e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma dica é sempre boa, quando ela é útil em dois navegadores, melhor ainda, não?</p>
<p>Se você é como eu e gosta de duplicar abas, seja para iniciar uma variante na navegação, seja para comparações ou qualquer outro motivo, sabe que no navegador do Google, basta clicar com o botão direito sobre a aba e escolher a opção &#8220;duplicar&#8221;.</p>
<p>Até aí, tudo bem. Mas acontece que eu também gosto de utilizar atalhos para navegar. Alguns exemplos, <strong>ctrl-K</strong> para buscas, <strong>ctrl-L</strong> para a barra de endereços, etc&#8230;</p>
<p>Pois bem, há uma combinação de teclas que permite duplicar facilmente uma aba, e o melhor é que é muito fácil de utilizar.</p>
<p>A sequência é: <strong>alt-D</strong> seguido de <strong>alt-Enter</strong>.<br />
O melhor é que basta deixar um dedo &#8220;preso&#8221; no <em>alt</em> e pressionar <em>D</em> e <em>Enter</em> na sequência, como mostram as imagens abaixo. A primeira evidencia a barra de navegação com o endereço selecionado, resultado do <strong>alt-D</strong>, a segunda mostra a aba já duplicada, resultado do <strong>alt-Enter</strong>. E você, que atalho gostaria de conhecer do seu navegador favorito?</p>
<div id="attachment_567" class="wp-caption aligncenter" style="width: 459px"><img class="size-full wp-image-567" title="compdicas-duplicate01" src="http://compdicas.kabunzo.com/wp-content/uploads/2010/07/compdicas-duplicate01.png" alt="Endereço selecionado no Chrome" width="449" height="171" /><p class="wp-caption-text">Endereço selecionado no Chrome</p></div>
<div id="attachment_568" class="wp-caption aligncenter" style="width: 462px"><img class="size-full wp-image-568" title="compdicas-duplicate02" src="http://compdicas.kabunzo.com/wp-content/uploads/2010/07/compdicas-duplicate02.png" alt="Aba duplicada no Chrome" width="452" height="164" /><p class="wp-caption-text">Aba duplicada no Chrome</p></div>
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		<title>Ubuntu: como testar o novo firefox sem instalar</title>
		<link>http://compdicas.kabunzo.com/2009/08/01/ubuntu-como-testar-o-novo-firefox-sem-instalar/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 19:26:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[firefox/ie/chrome]]></category>
		<category><![CDATA[atualização]]></category>
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		<description><![CDATA[Que o novo firefox (3.5.1) é sensacional, você já deve ter lido nos blogs da vida. Que o Ubuntu é o linux com maior comprometimento em ser amigável que já foi lançado você já deve ter lido&#8230; nesse e em outros espaços (aos inimigos, deixem as pedras pra lá&#8230;). Mas um dos problemas com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="size-full wp-image-513 alignleft" style="float: left" title="firefox" src="http://compdicas.kabunzo.com/wp-content/uploads/2009/08/firefox.png" alt="firefox" width="209" height="273" />Que o novo firefox (3.5.1) é sensacional, você já deve ter lido nos blogs da vida. Que o Ubuntu é o linux com maior comprometimento em ser amigável que já foi lançado você já deve ter lido&#8230; nesse e em outros espaços (aos inimigos, deixem as pedras pra lá&#8230;). Mas um dos problemas com o Ubuntu é justamente sua base instalada. Por ser muito grande, algumas reações em relação às novidades, tem que ser mais lentas. Dá pra entender, o trabalho de garantir que tudo funcione em computadores com arquiteturas tão distintas não é nada fácil. Mas de vez em quando acho que eles exageram.</p>
<p style="text-align: left;">É bem provável que o aplicativo mais utilizado no mundo sejam os navegadores, e o navegador por excelência do mundo Linux é o Firefox, logo, mantê-lo atualizado na versão deveria ser a prioridade número 1. Mas, já faz um tempinho desde a 3.5.1 e nada de novidades. Nada tema, ubunzero amigo, aqui vai a dica mais simples da história desse site: como utilizar a última versão do Firefox.</p>
<p style="text-align: left;">Eu sei que há um monte de blogs mostrando como alterar o update pra fazer isso, mas que tal não mexer em nada e mesmo assim utilizar a última versão?</p>
<p style="text-align: left;">Basta seguir os facílimos passos abaixo:</p>
<ol style="text-align: left;">
<li>Vá até o <a title="Mozilla - Firefox" href="http://www.mozilla.com" target="_blank">site da Mozilla</a>, ele já percebe qual o seu sistema operacional e sugere o download correto</li>
<li>Lembre-se de fechar o seu navegador.</li>
<li>Procure o arquivo (extensão firefox-3.5.1.tar.bz2) na pasta onde fez o download, clique sobre ele com o botão direito do mouse e sobre a opção &#8220;Extrair aqui&#8230;&#8221;.</li>
<li>Foi criada uma pasta &#8220;firefox&#8221;. Entre nela e dê um duplo clique no programa &#8220;firefox&#8221; (intuitivo não?).</li>
</ol>
<p style="text-align: left;">É isso acabou, você estará rodando a última versão, com todo os seus favoritos, histórico, cookies, preferência e addons (bom, aí pode haver um problema ou outro, mas nada grave).</p>
<p style="text-align: left;">Agora você deve estar se perguntando: <em>como se deu esse &#8220;milagre&#8221;?</em> Simples, todos os seus dados pessoais são guardados em uma pasta .mozilla/firefox que está no seu diretório Home, assim, não importa qual versão, o programa busca os mesmos dados.</p>
<p style="text-align: left;">Boa navegação a todos.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Como ler arquivos .chm no Linux</title>
		<link>http://compdicas.kabunzo.com/2009/05/11/como-ler-arquivos-chm-no-linux/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 02:01:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[extensão]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[A microsoft adora criar formatos proprietários para tudo. Um desses &#8220;padrões&#8221; são os arquivos de ajuda do windows (desde o windows 98), com a extensão .chm. Há vários e-books e mesmo alguns arquivos de ajuda de aplicativos genéricos nesse formato ( que diga-se de passagem, já foi abandonado pela Microsoft). Para ler esses arquivos basta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A microsoft adora criar formatos proprietários para tudo. Um desses &#8220;padrões&#8221; são os arquivos de ajuda do windows (desde o windows 98), com a extensão .chm. Há vários e-books e mesmo alguns arquivos de ajuda de aplicativos genéricos nesse formato ( que diga-se de passagem, já foi abandonado pela Microsoft).</p>
<p>Para ler esses arquivos basta instalar um aplicativo chamado xchm.</p>
<p><strong>Instalação no Ubuntu<br />
</strong>Basta digitar o comando abaixo:</p>
<p><em>sudo apt-get install xchm</em></p>
<p><strong>Instalação no Fedora/Redhat<br />
</strong><em>yum install xchm</em></p>
<p>Pronto, agora basta abrir o seu arquivo .chm com o aplicativo recém-instalado.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Linux Debian com Kernel BSD</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 13:59:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[debian]]></category>
		<category><![CDATA[FreeBSD]]></category>
		<category><![CDATA[kernel]]></category>

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		<description><![CDATA[É o seguinte, eu não tenho um blog pra assuntos mais profundos sobre sistemas operacionais, então, de vez em nunca, vou soltar umas pílulas por aqui. Esse post é o primeiro do gênero. Correu na lista devel-annouce do Debian (já faz uns dias, eu tô atrasado) que eles preparam um Debian com kernel do FreeBSD [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É o seguinte, eu não tenho um blog pra assuntos mais profundos sobre sistemas operacionais, então, de vez em nunca, vou soltar umas pílulas por aqui. Esse post é o primeiro do gênero.</p>
<p>Correu na lista devel-annouce do Debian (já faz uns dias, eu tô atrasado) que eles preparam um Debian com kernel do FreeBSD (ainda na versão instável, nada que dê pra instalar). A idéia não é substituir o kernel do Linux pelo do FreeBSD, apenas dar ao usuário a oportunidade de escolher um ou outro (nas arquiteturas i386 e adm64).</p>
<p>Vou ser sincero,usuário FreeBSD que sou,  estou MUITO curioso pra ver como fica o bom diabinho com a cara do Debian.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como instalar extensões no OpenOffice</title>
		<link>http://compdicas.kabunzo.com/2009/03/27/como-instalar-extensoes-no-openoffice/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 13:33:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Office]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>
		<category><![CDATA[extensão]]></category>
		<category><![CDATA[openoffice]]></category>

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		<description><![CDATA[Extensões são pequenos programas que podem ser instalados &#8220;dentro&#8221; do OpenOffice e adicionam ou mudam alguma característica do sistema. Clique para ver uma lista de extensões do OpenOffice. Instalar uma extensão no OpenOffice ou no BrOffice é muito simples. 1. Faça o download da alguma extensão. 2. Abra qualquer programa da suite (writer, calc, presentation, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Extensões são pequenos programas que podem ser instalados &#8220;dentro&#8221; do OpenOffice e adicionam ou mudam alguma característica do sistema. Clique para ver uma lista de <a href="http://extensions.services.openoffice.org/project">extensões do OpenOffice</a>.</p>
<p>Instalar uma extensão no OpenOffice ou no BrOffice é muito simples.</p>
<p>1. Faça o download da alguma extensão.<br />
2. Abra qualquer programa da suite (writer, calc, presentation, drawn, etc&#8230;) e clique no menu <strong>Ferramentas &gt; Gerenciador de extensão&#8230;</strong> Surgirá uma janela como a da figura abaixo.</p>
<div id="attachment_501" class="wp-caption aligncenter" style="width: 512px"><img class="size-full wp-image-501" title="gerenciador_extensoes" src="http://compdicas.kabunzo.com/wp-content/uploads/2009/03/gerenciador_extensoes.png" alt="OpenOffice - gerenciador de extensao" width="502" height="416" /><p class="wp-caption-text">OpenOffice - gerenciador de extensao</p></div>
<p>3. Clique em <strong>Adicionar</strong> e indique a extensão que acabou de abaixar.</p>
<p>O processo de instalação começa e quando terminar você verá a sua extensão listada.<br />
Para utiliza-la procure um novo menu, ou item de menu ou botão ou verifique na documentação da extensão em si o que a ativa.</p>
<p><em>Obs: esse é um post referência, no futuro farei links pra ele quando recomendar alguma extensão.</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como adicionar um HD no Linux</title>
		<link>http://compdicas.kabunzo.com/2009/03/23/como-adicionar-um-hd-no-linux/</link>
		<comments>http://compdicas.kabunzo.com/2009/03/23/como-adicionar-um-hd-no-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 13:26:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[configurações]]></category>

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		<description><![CDATA[Este blog é pautado pelos pedidos que recebo nas mensagens e pelos serviços que meus clientes pedem. A dica de hoje é do segundo caso. Um cliente solicitou ao datacenter que adicionasse um novo HD ao seu servidor, para resolver os problemas em disco. Pois bem, o pessoal do DC fez exatamente isso. E agora, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este blog é pautado pelos pedidos que recebo nas mensagens e pelos serviços que meus clientes pedem. A dica de hoje é do segundo caso. Um cliente solicitou ao datacenter que adicionasse um novo HD ao seu servidor, para resolver os problemas em disco. Pois bem, o pessoal do DC fez exatamente isso. E agora, o que fazer? Como veremos abaixo, adicionar um HD e/ou criar e deletar partições e/ou formatar um disco é bastante fácil, mesmo pelo console.</p>
<p>O tutorial foi dividido em quatro partes:</p>
<ol>
<li>Encontrado o disco</li>
<li>Criando a partição</li>
<li>Formatando a partição</li>
<li>Montando a partição</li>
</ol>
<p><span id="more-475"></span></p>
<p><strong>Encontrado o disco<br />
</strong>Quando um novo disco é adicionado, precisamos descobrir qual o nome do <em>device</em> dele. No caso específico do cliente, ele já possuia um disco SATA que recebeu o device /dev/sda. Como o novo disco também é um SATA, recebeu /dev/sdb. Assim a primeira coisa a se fazer é invocar o programa <em>fdisk</em> para criar as partições.</p>
<p><strong>Criando as partições</strong><br />
A linha abaixo chama o fdisk com o parâmetro do device, no caso /dev/sdb<br />
<em># /sbin/fdisk /dev/sdb</em></p>
<p>Aparecerá o cabeçalho do programa, em seguida vamos entrar com o comando p (de print) para ver o que temos no disco:</p>
<p><em>Command (m for help): p<br />
Disk /dev/sdb: 160.0 GB, 160000000000 bytes<br />
255 heads, 63 sectors/track, 19452 cylinders<br />
Units = cylinders of 16065 * 512 = 8225280 bytes</em></p>
<p><em>Device Boot      Start         End      Blocks   Id  System<br />
</em><br />
Como não há nenhuma partição nesse disco, o p exibe apenas os dados do disco (160GB, 255 cabeças, 63 setores, etc&#8230;)</p>
<p>Para criar a partição em si, entramos com o comando n, escolhemos o tipo de partição (extendida ou primária), indicamos o primeiro e o último ciindro. A escolha dos cilindros é uma forma de se dizer o tamanho da partição. No caso, todo o disk terá uma única partição, então utilizaremos o primeiro e o último cilindros disponíveis, como abaixo:</p>
<p><em>Command (m for help): n<br />
Command action<br />
e   extended<br />
p   primary partition (1-4)<br />
p<br />
Partition number (1-4): 1<br />
First cylinder (1-19452, default 1):<br />
Using default value 1<br />
Last cylinder or +size or +sizeM or +sizeK (1-19452, default 19452):<br />
Using default value 19452<br />
</em></p>
<p>Vamos pedir uma impressão para ver como ficou o disco:</p>
<p><em>Command (m for help): p</em></p>
<p><em>Disk /dev/sdb: 160.0 GB, 160000000000 bytes<br />
255 heads, 63 sectors/track, 19452 cylinders<br />
Units = cylinders of 16065 * 512 = 8225280 bytes</em></p>
<p><em>Device Boot      Start         End      Blocks   Id  System<br />
/dev/sdb1               1       19452   156248158+  83  Linux</em></p>
<p>Caso a partição não tenha o formato desejato, utilize o comando &#8220;t&#8221;. O código hexa para o formato Linux é 83.</p>
<p>Agora basta &#8220;salvar&#8221; as configurações, para isso utilize o comando &#8220;w&#8221; (write).</p>
<p><em>Command (m for help): w<br />
The partition table has been altered!</em></p>
<p><em>Calling ioctl() to re-read partition table.<br />
Syncing disks.</em></p>
<p><strong>Formatando a partição<br />
</strong>Para formatar a partição que criamos, utilizaremos o comando mk2fs. Esse aplicativo faz tudo o que é necessário. Basta invocar o programa e indicar qual a partição. Também vamos chamar com a opção -j, que ativa o <em>journaling</em>.</p>
<p><em># /sbin/mke2fs -j /dev/sdb1 </em>&lt;&#8211; linha de comando</p>
<p>O programa irá escrever um bocado na sua tela, não se preocupe.</p>
<p><em>mke2fs 1.39 (29-May-2006)<br />
Filesystem label=<br />
OS type: Linux<br />
Block size=4096 (log=2)<br />
Fragment size=4096 (log=2)<br />
19546112 inodes, 39062039 blocks<br />
1953101 blocks (5.00%) reserved for the super user<br />
First data block=0<br />
Maximum filesystem blocks=0<br />
1193 block groups<br />
32768 blocks per group, 32768 fragments per group<br />
16384 inodes per group<br />
Superblock backups stored on blocks:<br />
32768, 98304, 163840, 229376, 294912, 819200, 884736, 1605632, 2654208,<br />
4096000, 7962624, 11239424, 20480000, 23887872</em></p>
<p><em>Writing inode tables: done<br />
Creating journal (32768 blocks): done<br />
Writing superblocks and filesystem accounting information: done</em></p>
<p><em>This filesystem will be automatically checked every 30 mounts or<br />
180 days, whichever comes first.  Use tune2fs -c or -i to override.<br />
</em></p>
<p><strong>Montando a partição<br />
</strong>Agora falta apenas criar o diretório e montar a partição. Eu gosto de coisas óbvias, então criei um diretório com o endereço /media/sdb1, assim sei que é a partição sdb1 em uma media física, mas você pode escolher qualquer diretório, se quiser criar um /backup não há nada de errado. Enfim, você escolhe.</p>
<p># mkdir /media/sdb1</p>
<p>Agora vamos montar a partição. O comando mount será invocado com três parâmetros. -t indica o tipo de sistema de arquivos que utilizamos para formatar a partição, no nosso caso é ext3. Em seguida indicamos o device (/dev/sdb1) e o diretório onde deve ser montado (/media/sdb1 ou /backup ou /home/meu_diretorio).</p>
<p># mount -t ext3 /dev/sdb1 /media/sdb1</p>
<p>um comando df deverá mostrar a partição e seu espaço livre:</p>
<p># df</p>
<p><em>Filesystem           1K-blocks      Used Available Use% Mounted on<br />
/dev/sda3            153663236 140484488   5247056  97% /<br />
/dev/sda1               101086     10177     85690  11% /boot<br />
tmpfs                  1037320         0   1037320   0% /dev/shm<br />
/tmpdir                 984248     17968    916280   2% /tmp<br />
/dev/sdb1            153794688    192072 145790212   1% /media/sdb1 &lt;&#8211; nossa nova partição!</em></p>
<p>O único problema até aqui é que ao reiniciarmos o computador a partição terá &#8220;sumido&#8221;. Para que isso não aconteça é necessário informar ao sistema como monta-la. Isso é feito adicionando-se a seguinte linha no final do arquivo /etc/fstab</p>
<p>#vi /etc/fstab<br />
(vá até o final do arquivo, utilizando as setas e/ou pgdown e digite &#8220;i&#8221; seguido de ENTER. Em seguida, copie a linha abaixo)</p>
<p>/dev/sdb1    /media/sdb1    ext3    defaults    1    2</p>
<p>(pressione ESC e digite &#8220;wq&#8221; seguido de ENTER).</p>
<p>Pronto, está tudo certo. Sua nova partição foi criada a partir da linha de comando.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Linux: menu do openoffice em branco, saiba como corrigir</title>
		<link>http://compdicas.kabunzo.com/2009/03/20/linux-menu-do-openoffice-em-branco-saiba-como-corrigir/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 17:36:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Office]]></category>
		<category><![CDATA[bug]]></category>
		<category><![CDATA[gnome]]></category>
		<category><![CDATA[openoffice]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://compdicas.kabunzo.com/?p=466</guid>
		<description><![CDATA[Nas últimas duas semanas atendi dois casos iguais: um usuário fez o upgrade do Ubuntu para a versão 8.10 e os menus do openoffice sumiram, aparece apenas um __ onde deveria estar Arquivo ou Editar, como mostra a imagem abaixo (repare na barra de menu acima da barra de ferramentas): Penei um bocado para descobrir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nas últimas duas semanas atendi dois casos iguais: um usuário fez o upgrade do Ubuntu para a versão 8.10 e os menus do openoffice sumiram, aparece apenas um __ onde deveria estar Arquivo ou Editar, como mostra a imagem abaixo (repare na barra de menu acima da barra de ferramentas):</p>
<div id="attachment_467" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px"><img class="size-full wp-image-467" title="broffice-sem-menu" src="http://compdicas.kabunzo.com/wp-content/uploads/2009/03/broffice-sem-menu.png" alt="openoffice writer sem menu" width="510" height="295" /><p class="wp-caption-text">openoffice writer sem menu</p></div>
<p><span id="more-466"></span></p>
<p>Penei um bocado para descobrir como corrigir, e no final encontrei a solução em um forum gringo, segue a mesma passo a passo.</p>
<ol>
<li> No menu do Ubuntu/Gnome, Clique em <strong>Sistema &gt; Preferência &gt; Aparência</strong>, em seguida clique na aba <strong>Fontes</strong>.</li>
<li>Em <strong>Renderização</strong>, deixe ativa a opção &#8220;Suavização de Subpixel (LCDs)&#8221;, como mostra a imagem abaixo:
<p><div id="attachment_469" class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img class="size-full wp-image-469" title="screenshot6" src="http://compdicas.kabunzo.com/wp-content/uploads/2009/03/screenshot6.png" alt="gnome - configuracao de fontes" width="495" height="446" /><p class="wp-caption-text">gnome - configuracao de fontes</p></div></li>
<li>Clique no botão <strong>Detalhes&#8230;</strong> e em <strong>Contorno</strong> deixe ativa a opção &#8220;Completo&#8221;, como na imagem abaixo:<br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-470" title="screenshot7" src="http://compdicas.kabunzo.com/wp-content/uploads/2009/03/screenshot7.png" alt="screenshot7" width="495" height="482" /></li>
<li>Feche todas as caixas de diálogo e abra qualquer aplicativo do OpenOffice (writer, calc, etc&#8230;), o problema deve estar resolvido.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como recuperar a senha no Ubuntu</title>
		<link>http://compdicas.kabunzo.com/2009/03/11/como-recuperar-a-senha-no-ubuntu/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 14:49:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[configurações]]></category>
		<category><![CDATA[root]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[senha]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Esqueceu a senha do Ubuntu? Não tem problema, é fácil recuperar, basta seguir os passos abaixo: Ao bootar o computador aparecerá a tela do Grub. Caso isso não aconteça, pressione a tecla ESC logo após a BIOS ter carregado. Embaixo da sua opção de sempre no Grub, deve existir uma igual com a expressão &#8220;(recovery [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esqueceu a senha do Ubuntu? Não tem problema, é fácil recuperar, basta seguir os passos abaixo:</p>
<p>Ao bootar o computador aparecerá a tela do Grub. Caso isso não aconteça, pressione a tecla ESC logo após a BIOS ter carregado.</p>
<p>Embaixo da sua opção de sempre no Grub, deve existir uma igual com a expressão &#8220;(recovery mode)&#8221; ao lado. Selecione essa opção.</p>
<p>A computador começará o processo de boot, mostrado todos os passos. Depois de um tempo aparecerá uma tela com o título de &#8220;Recovery Menu&#8221;. Utilize as setas do teclado e selecione a opção &#8220;root &#8211; drop to root shell prompt&#8221;.</p>
<p>No prompt, para alterar a senha do root digite:<br />
<strong>passwd<br />
</strong></p>
<p>Para alterar a senha de um usuário qualquer, digite o comando <em>passwd</em> seguido do nome do usuário. Por exemplo, para alterar a senha do usuário fulano, utilize:<br />
<strong>passwd fulano</strong></p>
<p>Após terminar de reconfigurar suas senhas, digite <strong>exit</strong> para voltar ao menu. Selecione a opção &#8220;Resume &#8211; Resume normal boot&#8221; para continuar o boot e entrar no seu desktop.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como retirar a tela de logon do Ubuntu</title>
		<link>http://compdicas.kabunzo.com/2009/01/28/como-retirar-a-tela-de-logon-do-ubuntu/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 17:38:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[configurações]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você utiliza o Ubuntu em um &#8220;ambiente controlado&#8221;, só você, ninguém mais mexe, em casa, etc&#8230; talvez queira retirar a tela de logon do sistema. Felizmente é bem fácil fazer isso. 1. No menu, selecione Sistema &#62; Administração &#62; Janela de início de Sessão. Abrirá uma janela como essa abaixo. 2. Selecione a aba [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você utiliza o Ubuntu em um &#8220;ambiente controlado&#8221;, só você, ninguém mais mexe, em casa, etc&#8230; talvez queira retirar a tela de logon do sistema. Felizmente é bem fácil fazer isso.</p>
<p>1. No menu, selecione <strong>Sistema &gt; Administração &gt; Janela de início de Sessão. </strong>Abrirá uma janela como essa abaixo.</p>
<div id="attachment_434" class="wp-caption aligncenter" style="width: 496px"><img class="size-full wp-image-434" title="screenshot5" src="http://compdicas.kabunzo.com/wp-content/uploads/2009/01/screenshot5.png" alt="Preferências da janela de sessão" width="486" height="227" /><p class="wp-caption-text">Preferências da janela de sessão</p></div>
<p>2. Selecione a aba <strong>Segurança</strong> e ative a opção <strong>Habilitar Início Automático de Sessão</strong>, e selecione o usuário desejado. Pronto, basta clicar em <strong>Fechar</strong> e a partir do boot seguinte o computador iniciará automaticamente neste usuários.</p>
<p>Para restaurar a tela de logon, basta voltar à Janela &gt; Administração &gt; Janela de Início de Sessão e desativa a opção &#8220;Habilitar Início Automático de Sessão&#8221;.</p>
<p>Simples, não?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como limitar o uso de CPU do firefox</title>
		<link>http://compdicas.kabunzo.com/2009/01/22/como-limitar-o-uso-de-cpu-do-firefox/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 21:13:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos V.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[firefox/ie/chrome]]></category>
		<category><![CDATA[CPU]]></category>
		<category><![CDATA[cpulimit]]></category>
		<category><![CDATA[firefox]]></category>
		<category><![CDATA[gnome]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse post é para usuários Linux. Eu já expliquei aqui uma vez como limitar o uso de CPU por um aplicativo utilizando o cpulimit. Agora vou mostrar especificamente como limitar o uso do Firefox. O Firefox é um excelente produto e blá, blá, blá, mas há alguns aplicativos Flash e Java que insistem em fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse post é para usuários Linux.</p>
<p>Eu já expliquei aqui uma vez como limitar o uso de CPU por um aplicativo utilizando o cpulimit. Agora vou mostrar especificamente como limitar o uso do Firefox.</p>
<p>O Firefox é um excelente produto e blá, blá, blá, mas há alguns aplicativos Flash e Java que insistem em fazer com que ele utilize toda a CPU possível, deixando o computador irritantemente lerdo. Então o melhor a fazer é dizer qual o máximo que pode ser utilizado.</p>
<p><strong>Instalando o CPULIMIT<br />
</strong>A instalação do cpulimit é muito fácil. Se você estiver utilizando algum Debian (como o ubuntu), apenas digite o comando abaixo:</p>
<p><strong>sudo apt-get install cpulimit</strong></p>
<p>Agora vamos configurar o Gnome para executar o programa sempre que for iniciado. Vá ao menu <strong>Sistema &gt; Preferências  &gt; Sessões</strong> e clique no botão <strong>Adicionar</strong>.<br />
Preencha da seguinte forma:</p>
<p>Nome: Firefox cpulimit<br />
Comando: cpulimit -p /usr/lib/firefox-3.0.5/firefox -l 25<br />
e clique em <strong>OK</strong>.</p>
<p>Obs 1: O que define o uso de CPU é a opção após o parâmetro &#8220;-l&#8221;, para limitar em 20% utilize &#8220;-l 20&#8243;, para 25% &#8220;-l 25&#8243; ou qualquer outro valor que escolher.</p>
<p>Obs 2: Você deve informar o caminho completo para o firefox. Se você instalou a partir de um pacote do Ubuntu (o recomendável), verifique em /usr/lib qual a versão. No exemplo acima tenho instalada a versão 3.0.5 no diretório /usr/lib/firefox-3.0.5</p>
]]></content:encoded>
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	</channel>
</rss>

